segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Intercâmbio no Egito: Vivendo a revolução!

Bom dia meus queridos Cidadãos Globais!

Hoje nos vamos apresentar pra vocês a experiência da Gisele. Ela foi para o Egito no inicio deste ano, presenciou uma realidade totalmente diferente da que estamos acostumados, teve a oportunidade de ver de perto o inicio da Primavera Árabe no país e deixou a sua marca no Egito por uma sociedade melhor!

Ficou interessado na experiência da Gisele? Leia o depoimento dela e descubra um pouco do que ela viu, viveu e aprendeu!


“Fiz um intercambio de trabalho social  e optei pelo Egito por um motivo muito além das pirâmides e pontos turísticos, mas sim por ser um país africano de maioria muçulmana, uma realidade muito diferente da minha. Fui voluntária num projeto social que contava com mais quatro estrangeiros.  A proposta do projeto era conversar com alunos de ensino médio em Cairo a transição escola para a faculdade, bem como sobre habilidades de comunicação, trabalho em time, importância de atividades extra curriculares, e é claro falar um pouco sobre nossos países. Existem vagas disponíveis para participar deste mesmo projeto o qual participei, e que muito recomendo.
  

 A experiência foi incrível desde os primeiros dias, pois vivendo uma realidade totalmente diferente, aprendemos a relativizar mais, respeitar outros pontos de vista e ser mais flexíveis e abertos à diferente realidades. Aprendi sobre costumes locais, religião, língua, música e culinária. Ampliei muito minha visão de mundo, e também levei informações sobre o Brasil. 


De fato esperava muitas surpresas e desafios ao longo do intercambio, mas nada comparado ao que aconteceu: uma revolta em todo o país que mais tarde resultou na renuncia de um presidente há 30 anos no governo. Entendi através da realidade local o que eles reivindicavam, compreendi melhor os aspectos políticos, e por fim, presenciei um momento histórico, então posso dizer que tive uma “experiência completa”.
  

Acredito que o desenvolvimento pessoal e profissional se misturam e estão presente nas ações diárias. Destacaria o desenvolvimento profissional principalmente durante as sessões nas escolas, desde o planejamento do projeto bem como execução. Já o desenvolvimento pessoal acredito que começa desde a hora que decide fazer um intercambio, se propor a uma troca de experiências: tanto aprender sobre costumes locais quanto levar informações sobre o Brasil, e  assim conseguir valorizar  ambos os países.”


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